domingo, 1 de julho de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Praticamente que prometi a mim mesma que iria ser forte e desistir de relações e tudo mais, mas sinto-me tão sozinha. Mesmo quando estou rodeada de gente. Quero sentir o que a minha irmã sente e já sentiu antes; vontade de fazer tudo por alguém, dar gargalhadas desmedidas sem razão aparente e ignorar tudo e todos os que estão por perto (isto dispenso, foi apenas para salientar que é o que me acontece). Quero aquele cliché lame dos filmes, mãos dadas, beijos nas bochechas e todo aquele tipo de coisas que nos fazem ter músicas fofas e cor-de-rosa em loop na nossa cabeça. Até lá, é o Christian Bale, o Tate do AHS, o Paul McCartney e o Ian Curtis.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Pois
Percebes que as pessoas vêm que não estás muito bem quando te convidam para jogar um jogo a que são mesmo muito boas e fazem tudo para perder, para te sentires melhor. Isso ou o facto de sentirem que te estão a magoar de alguma maneira. Pois.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
This is England
Ontem à noite vi um filme, o This is England. Grandes expectativas e, ainda assim, superadas. Fala de um rapaz, vítima de bullying, que é ajudado por um grupo de skinheads, tornando-se mais tarde um deles, com direito a camisa, suspensórios, calças de ganga bem curtas, Doc Martens (ainda que imitação) e, obviamente, cabeça rapada. É então que chega uma "má influência" ao grupo, que devido ao que diz e ao desejo de Shaun de deixar o seu pai, que morreu na guerra, orgulhoso, o leva para maus caminhos... Outra surpresa, o Cook da 3ª temporada de Skins também entra!
É um filme baseado na vida real do realizador e só esse aspecto, faz-nos pensar ainda mais acerca de tudo o que vemos... É, portanto, um filme que aconselho vivamente, pela realidade que possuí, interesse e tudo mais.
Christian Bale
De há uns tempo para cá, fiquei apaixonada pelo Christian Bale. Fisicamente, percebe-se porquê. Mas nunca lhe tinha ligado nenhuma como actor até que vi o American Psycho. A verdade é que tenho uma atracção especial por psicopatas, talvez por isso mesmo uns dos meus filmes preferidos sejam o Psycho, o Clockwork Orange (o meu preferido), ficando também a ser o American Psycho. Essa foi a razão principal para ter curiosidade de o ver. Foi ai que fiquei apaixonada pelo Christian Bale, pelo seu físico e pelo excelente actor que é. Por isso, VEJAM O AMERICAN PSYCHO.
Depois do American Psycho, comecei a sacar outros filmes em que o Christian Bale também entra. Revi o Batman Begins e o Dark Knight (lindos <3) e vi o The Machinist, outro grande filme dentro do género do Fight Club (spoiler much?); The Prestige e o Velvet Goldmine. Se tivesse de escolher um filme com a melhor interpretação pela parte do Christian Bale, diria, praticamente sem dúvidas nenhumas, o American Psycho. Já se me perguntassem o 2º lugar, digamos assim, já era muito mais complicado dizê-lo.
Ainda me faltam muitos filmes para ver a filmografia completa do Christian, mas vou num bom caminho. Agora deixo-vos com estas belezas:
Depois do American Psycho, comecei a sacar outros filmes em que o Christian Bale também entra. Revi o Batman Begins e o Dark Knight (lindos <3) e vi o The Machinist, outro grande filme dentro do género do Fight Club (spoiler much?); The Prestige e o Velvet Goldmine. Se tivesse de escolher um filme com a melhor interpretação pela parte do Christian Bale, diria, praticamente sem dúvidas nenhumas, o American Psycho. Já se me perguntassem o 2º lugar, digamos assim, já era muito mais complicado dizê-lo.
Ainda me faltam muitos filmes para ver a filmografia completa do Christian, mas vou num bom caminho. Agora deixo-vos com estas belezas:
asdfgh
Houve coisas hoje que me correram um bocadinho mal, mas fuck, tive 18 no teste de química!
Em princípio vai ser isto (já com as notas dos outros anos):
Português - 15
Ed. Física - 11 (mas tive 13 este ano,lol)
Matemática - 13
Biologia - 17
Química - 16/17
E dos outros anos:
Filosofia - 13
Biologia e geologia - 14
Física e Química - 12
Em princípio vai ser isto (já com as notas dos outros anos):
Português - 15
Ed. Física - 11 (mas tive 13 este ano,lol)
Matemática - 13
Biologia - 17
Química - 16/17
E dos outros anos:
Filosofia - 13
Biologia e geologia - 14
Física e Química - 12
quinta-feira, 7 de junho de 2012
lol
Há coisas que vejo/oiço que me irritam seriamente. Nunca pedi a ninguém que dissesse que sou linda e perfeita, até porque para além de não o ser, nem queria, coisas perfeitas são aborrecidas. Mas quando deixas alguém entrar na tua vida, esperas pelo menos o mínimo apoio e "romantismo" possível, acho eu. Dizer tudo directamente com um sorriso na cara não é propriamente o ideal. Mas provavelmente eu é que estou errada aqui.
Já mandei uma mensagem à Teresa (prof. de Química) para saber quanto tive no teste. Fui a única que fiz teste na terça-feira e enquanto que o teste deles foi igualzinho às fichas, a Teresa mudou grande parte para o meu teste. O que vale é que até sabia algumas coisinhas e correu-me bem. Na quarta-feira apresentámos um trabalho sobre Biomateriais, tal como os outros dois grupos. Chegou a parte de classificar o trabalho um dos outros e aquele trio de raparigas que quem me conhece deve calcular quem é, deu-nos 19 e 20 ao grupo dos rapazes, e aquilo foi claramente para irritar. O meu grupo deu 20 aos dois grupos, porque somos assim, um grupo fixe. É claro que mandei algumas bocas do género "Há que ser honesto", mas eu até compreendo, se elas dissessem 20 para o nosso e no fim tivéssemos mesmo 20, era algo que podia seriamente estragar-lhes as médias e custar-lhes a entrada para a universidade.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Filmes que deveriam ver (parte I)
Trainspotting (1996)
Vi este filme há uns dias, na semana que fiquei em casa por estar doente. A principal razão por ter tido curiosidade de ver este filme é o facto do Ewan McGregor estar, digamos, giro neste filme. Basicamente, fala de Renton (Ewan McGregor), imerso na "drug scene" de Edimburgo e da sua tentativa de ser livrar da mesma, tal como da influência dos amigos, do lugar onde vive e de si mesmo. Para além de ter uma banda sonora brutal (Bowie, Iggy Pop, Lou Reed, Blur) e das melhores narrações que um filme pode ter, é um filme em que, na minha opinião, podemo-nos identificar com alguns dos "pensamentos" da personagem principal, mesmo que não vivamos dentro da "drug scene" e que a nossa vida não seja nem tão pouco assim.
Mark "Rent-boy" Renton:
[narrating]
Choose Life. Choose a job. Choose a career. Choose a family. Choose a
fucking big television, choose washing machines, cars, compact disc
players and electrical tin openers. Choose good health, low cholesterol,
and dental insurance. Choose fixed interest mortgage repayments. Choose
a starter home. Choose your friends. Choose leisurewear and matching
luggage. Choose a three-piece suit on hire purchase in a range of
fucking fabrics. Choose DIY and wondering who the fuck you are on Sunday
morning. Choose sitting on that couch watching mind-numbing,
spirit-crushing game shows, stuffing fucking junk food into your mouth.
Choose rotting away at the end of it all, pissing your last in a
miserable home, nothing more than an embarrassment to the selfish,
fucked up brats you spawned to replace yourselves. Choose your future.
Choose life... But why would I want to do a thing like that? I chose not
to choose life. I chose somethin' else. And the reasons? There are no
reasons. Who needs reasons when you've got heroin?
terça-feira, 5 de junho de 2012
Sempre tive aquele "síndrome" de pensar que estou a mais em qualquer lugar que esteja e que a minha presença é completamente indiferente ou incómoda para todos. Há dias isso tem mudado, ligeiramente, mas sim, tem mudado. Talvez haja mesmo algumas pessoas que gostam de estar comigo. Ou isso ou já não ando tão deprimida como antes. wtv
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Costumava pensar que o ideal é termos alguém o mais possível parecido connosco. Em todos os aspectos. Hoje começo a pensar que não podia estar mais errada. Não por ser precisamente o contrário, mas sim porque todas essas semelhanças que achava necessárias, quer existam ou não, não vão mudar o quer que seja se o que sentirmos for real.
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